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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Grêmio supera retranca e vence o Defensor na Arena Por 1 a 0 Luan, em chute de fora da área, marcou o único gol da partida na Arena Tricolor

O Grêmio teve dificuldade para superar a forte marcação do Defensor, mas conseguiu uma vitória de 1 a 0 na noite desta terça-feira na Arena que garantiu o primeiro lugar do Grupo 1 da Libertadores da América. O resultado deve deixar o Tricolor com a segunda melhor campanha da primeira fase do torneio. Luan, aos 20 do segundo tempo, marcou o único gol da partida.
O sorteio dos confrontos das oitavas de final da Libertadores da América ocorre em de junho. Os jogos de ida serão disputados apenas na segunda semana de agosto. Por ter sido primeiro colocado, o Grêmio terá o direito de jogar a segunda partida do mata-mata na Arena.
Ferrolho uruguaio segura o Grêmio no primeiro tempo
O Defensor entrou em campo com uma postura semelhante as de Inter e Paraná nos últimos jogos do Grêmio no Campeonato Brasileiro. E o Tricolor reviveu as mesmas dificuldades nos primeiros 45 minutos. A equipe de Renato Portaluppi terminou o primeiro tempo sem nenhuma finalização perigosa ao gol de Matías Rodríguez.
Postado com uma linha de cinco defensores e outra de quatro meio-campistas sempre próximas de sua área, o Defensor não ofereceu espaço para as infiltrações do Grêmio. Cícero tentou em finalizações de fora da área no começo do jogo abrir o caminho para o Tricolor, mas não foi feliz. As iniciativas do camisa 10 foram isoladas e o chute a média distância foi pouco usado no decorrer da primeira etapa.
Postado com uma linha de cinco defensores e outra de quatro meio-campistas sempre próximas de sua área, o Defensor não ofereceu espaço para as infiltrações do Grêmio. Cícero tentou em finalizações de fora da área no começo do jogo abrir o caminho para o Tricolor, mas não foi feliz. As iniciativas do camisa 10 foram isoladas e o chute a média distância foi pouco usado no decorrer da primeira etapa.
Sem conseguir tabelas e entrar na área do Defensor pela faixa central, o Grêmio tentou as jogadas pelos lados e forçou os cruzamentos. Foram 16 ao longo do primeiro tempo, mas quase todos acabaram com os zagueiros uruguaios tirando o perigo.
No único cruzamento certo de Léo Moura – o lateral errou os outros cinco que tentou no primeiro tempo –, aos 41 minutos, o Grêmio teve sua chance mais clara de gol no primeiro tempo. Marcelo Oliveira apareceu no outro lado da área para receber a bola, dominou e chutou de perna direita uma bola que passou ao lado do gol. Com pouca criação gremista, o primeiro tempo terminou sem gols na Arena.
Luan garante vitória do Grêmio
Na volta para o intervalo, o Grêmio seguiu com dificuldades para entrar na área do Defensor, mas contou com um Luan mais participativo. O camisa 7, discreto no primeiro tempo, começou a chamar o jogo. Foi dele a primeira chance de gol em uma falta sofrida por Kannemman na entrada da área só 4 minutos. Luan bateu por cima da barreira e a bola passou à direita do gol de Matías Rodríguez, que estava batido no lance.
Luan voltou a tentar de fora da área, dessa vez com bola rolando, aos 11 minutos. O chute, porém, desviou em Maicon e se perdeu pela linha de fundo. Aos 19 foi a vez de Ramiro tentar. Em falta da intermediária, o camisa 17 bateu com força e mandou raspando a trave.
Mas era Luan mesmo quem iria tirar o zero do placar. E foi em um chute de fora da área. Aos 20, o camisa 7 recebeu de Léo Moura e bateu rasteiro no canto esquerdo. O goleiro Rodríguez pulou, mas não chegou na bola, 1 a 0 na Arena.
Logo após o gol gremista, o técnico Eduardo Acevedo mexeu no ataque do Defensor. Germán Rivero entrou no lugar de Waterman. O time uruguaio, no entanto, seguiu sem oferecer perigo a Marcelo Grohe.
O Grêmio quase marcou o segundo gol em uma lance fortuito. Após cruzamento de Léo Moura, Nico Correa antecipou para fazer o corte e quase mandou contra o próprio gol. Já na parte final do segundo tempo, o técnico Renato Portaluppi sacou o lateral-esquerdo Marcelo Oliveira e mandou o zagueiro Paulo Miranda a campo. Com isso, Kannemann foi para a lateral-esquerda, posição que iniciou a carreira quando surgiu no San Lorenzo. Thaciano ainda entrou no lugar de Thonny Anderson nos minutos finais, mas pouca coisa aconteceu no jogo. O Grêmio administrou a vantagem confirmou a vitória de 1 a 0 que garantiu o primeiro lugar do Grupo 1 da Libertadores.
Libertadores 2018 - Grupo 1
Grêmio - 1
Marcelo Grohe; Léo Moura, Bressan, Kannemann e Marcelo Oliveira (Paulo Miranda); Maicon, Cícero; Ramiro, Luan e Maicosuel (Lima); Thonny Anderson. Técnico: Renato Gaúcho.
Defensor Sporting - 0
Matías Rodríguez; Mathias Suárez, Gonzalo Maulella, Nicolás Correa, Santiano Carrera, Ayrton Cougo; Rabuñal (Pablo López), Matias Cabrera, Cardacio, Benavidez; Waterman (German Rivero). Técnico: Eduardo Acevedo.
Gols: Luan (20min/2T)
Cartões amarelos: Luan (GRE) Ayrton Cougo, Cabrera, Benavidez (DEF)
Arbitragem: Nicolás Gallo, auxiliado por Humberto Clavijo e Dionisio Ruiz (trio da Colômbia).
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Inter faz 3 a 0 na Chapecoense e deixa o Z4 do Brasileirão Lucca, Moledo e Patrick marcaram em goleada colorada no Beira-Rio

O Inter cumpriu seu papel na noite desta segunda-feira no Beira-Rio. O Colorado conseguiu quebrar a sequência de seis jogos sem vencer (contando a derrota para o Vitória na Copa do Brasil), bateu a Chapecoense por 3 a 0 e saiu da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, que havia entrado com os jogos do final de semana. Lucca, Moledo e Patrick foram os responsáveis pelos gols quebrando uma negativa marca de mais de 500 minutos sem balançar as redes adversárias.
Com a vitória, o Inter chega a oito pontos e sobe para o 10º lugar na tabela do Brasileirão. O próximo compromisso colorado é no domingo, às 16h, diante do Corinthians no Beira-Rio. Victor Cuesta, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, será desfalque.
Inter inicia pressionando
O Inter entrou em campo para enfrentar a Chapecoense dentro da zona de rebaixamento por conta dos resultados do final da semana. Sem D’Alessandro, que sofreu uma entorse no tornozelo no treino de domingo, o técnico Odair Hellmann apostou em uma formação com um trio de meio-campo composto por Dourado, Edenilson e Patrick. Pottker e Lucca foram escalados abertos com Damião sendo o homem da referência no 4-1-4-1 colorado.
Como era de se esperar, o Inter teve dificuldade de articulação com essa formação. No entanto, não faltou entrega ao time. Assim, como muita disposição para marcar a Chapecoense em seu campo e velocidade pelos lados, o Colorado conseguiu pressionar os catarinenses.
O Inter teve a primeira chance da partida logo no primeiro minuto. Pottker recebeu lançamento às costas da zaga e só não entrou na área porque o goleiro Jandrei saiu para, de carrinho, evitar a finalização do jogador colorado. A Chapecoense respondeu na sequência em chute de Arthur Caique de fora da área, que Danilo Fernandes defendeu.
Aos 10 minutos, Lucca começou a aparecer como o homem mais perigoso do Inter. No primeiro lance, ele cabeceou após cruzamento de Zeca e obrigou Jandrei a fazer uma difícil defesa. Logo depois, aos 14, ele bateu falta no segundo pau, mas Dourado chegou atrasado e não conseguiu finalizar.
Patrick também teve boas chances para marcar. Na primeira, aos 15, ele chutou de primeira após bola escorada por Damião e mandou perto. Depois, Jandrei saiu para cortar um cruzamento e soltou a bola nos pés dele. Patrick tentou o chute com o goleiro caído, mas foi travado.
Chape melhora, mas Inter chega ao gol
Após a pressão inicial na base da imposição física, o Inter caiu de ritmo. A Chapecoense conseguiu organizar melhor sua marcação, o que tornou visível o nervosismo colorado. Aos 20, o time catarinense teve sua grande chance na primeira etapa. Mais uma vez foi em chute de fora da área de Arthur Caíque. Dessa vez, ele acertou a trave de Danilo Fernandes.
Como o Inter já não conseguia pressionar, a Chapecoense passou a sair mais para o jogo. Foi aí que apareceu o espaço para o contra-ataque colorado. Aos 38 minutos, Pottker arrancou em velocidade pelo lado direito e cruzou para Damião. A bola saiu forte, mas o centroavante colorado acreditou e conseguiu devolver para a área de bicicleta. Edenilson aproveitou e escorou para Lucca, que acertou um belo chute no canto de Jandrei para abrir o placar, 1 a 0. O Inter quebrava um jejum de mais de 500 minutos sem fazer gol.
Colorado é letal no segundo tempo
Em desvantagem, a Chapecoense voltou para o segundo tempo com uma postura mais ofensiva. O Inter recusou sua marcação e passou a tentar a aproveitar os espaços para as saídas em velocidade. Em lance assim, Patrick arrancou e tocou para Pottker, que não conseguiu finalizar. Damião ainda tentou o rebote, mas acabou travado na hora da chute.
Bem postado defensivamente, o Inter não correu riscos nos primeiros minutos e foi letal quando teve a oportunidade. Aos 14, Lucca bateu falta do lado esquerdo e encontrou Rodrigo Moledo, que, livre, cabeceou sem chances para Jandrei para ampliar o placar, 2 a 0, dando tranquilidade ao torcedor no Beira-Rio.
Logo após o segundo gol, Odair Hellmann sacou Edenilson, que voltava de lesão, para a entrada do garoto Juan Alano. Gilson Kleina mexeu no seu ataque na tentativa de descontar. Bruno Silva e Leandro Pereira entraram na equipe catarinense nos lugares de Guilherme e Arthur Caíque, o jogador que mais levou perigo a Danilo Fernandes no jogo.
A Chapecoense teve uma chance para marcar aos 21 em erro de Patrick. O volante colorado tentou recuar para o goleiro Danilo Fernandes, mas tocou fraco. A Chape saiu em velocidade e o gol só não aconteceu porque Dourado apareceu na hora certa para travar a bola antes da chegada de Wellington Paulista na área.
Na reta final da partida, o Odair Hellmann fez mais duas mudanças. E ambas no ataque. Pottker e Damião saíram para as entradas de Rossi e Nico López. E dos pés de Rossi nasceu o terceiro gol. Aos 40, ele cruzou para Patrick, que subiu para, de cabeça, definir o placar em goleada para o Inter: 3 a 0.
Brasileirão 2018 – 6ª rodada
Inter - 3
Danilo Fernandes; Zeca, Moledo, Cuesta, Iago; Dourado; Pottker (Rossi), Edenilson (Juan Alano), Patrick e Lucca; Leandro Damião. Técnico: Odair Hellmann.
Chapecoense - 0
Jandrei; Apodi, Luiz Otávio, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Márcio Araújo, Canteros; Guilherme (Bruno Silva); Wellington Paulista e Arthur Caique (Leandro Pereira). Técnico: Gilson Kleina.
Gols: Lucca (38min/1T), Moledo (14min/2T), Patrick (39min/2T)
Cartões amarelos: Cuesta (INT) Bruno Pacheco, Wellington Paulista (CHA)
Árbitro: Flávio de Souza (SP)
Local: Beira-Rio.

domingo, 20 de maio de 2018

Grêmio esbarra na retranca do Paraná e fica no 0 a 0 Tricolor chegou aos nove pontos e ficou distante dos primeiros colocados

Nem sempre o domínio do jogo é sinônimo de bom resultado. O Grêmio voltou a sentir isso neste domingo. Assim como no Gre-Nal na semana passada, o Tricolor controlou todo a partida, mas apenas empatou em 0 a 0 com o Paraná no estádio Durival de Britto. Nem mesmo as mudanças de Renato Portaluppi foram suficientes para dar a vitória ao Tricolor, que careceu de criatividade e sentiu saudades da ousadia de Everton. 
Grêmio dominador, mas sem criatividade
Na caça aos primeiros colocados e por uma melhor posição antes da parada da Copa, o Grêmio iniciou o jogo contra o Paraná com uma formação modificada, sem Geromel, Arthur e Everton, peças importantes da espinha dorsal do time de Renato Portaluppi. Nem por isso o time gaúcho mudou o seu estilo de jogo. Com paciência e toque de bola, a equipe tentou encontrar espaços para atacar, mas sempre esbarrava no bom posicionamento da defesa dos paranaenses.
A superioridade técnica do Grêmio falava mais alto e o controle da bola e, por consequência, do jogo, era natural para o time gaúcho. O Paraná, por sua vez, se concentrava em marcar os principais atletas das ações ofensivas gremistas. Luan era o mais visado, tanto que aos 13 minutos recebeu uma entrada forte do lateral esquerdo Mansur e saiu indignado do lance. A arbitragem, porém, entendeu como um lance normal e sequer deu cartão amarelo.
A marcação forte do Paraná não abalou o Grêmio, que seguiu em cima do adversário. Instalou acampamento na intermediária de ataque e ali procurava criar uma chance de gol. Os atacantes André e Maicosuel ainda não tinham encontrado uma brecha para concluir a gol e por isso ainda apareciam como figuras apagadas no jogo.
Paraná priorizou a marcação, mas ainda conseguia sair em contra-ataque. As tentativas, porém, não eram bem construídas, até o porque o Grêmio induzia o inimigo ao erro. A peça mais ativa dos donos da casa era Silvinho. Veloz, o meia-atacante tentava acelerar o jogo para Henrique e Carlos, mas as jogadas terminavam com conclusões sem direção ou com passes errados.
Aos 30 minutos, o jogo seguia com o panorama inalterado. Grêmio com o seu adversário encurralado, cercado, mas não sabia como finalizar. Sem Everton, o Tricolor ficou refém das bolas paradas, na maioria das vezes proporcionadas pelas faltas em cima de Luan. Aos 36 minutos, na melhor delas, o camisa 7 lançou a bola para a área e André cabeceou. Para azar do centroavante, a conclusão foi alta demais. O primeiro tempo chegou ao fim com um Grêmio carente de criatividade e um Paraná grato por ter sobrevivido aos 45 minutos iniciais.
Tricolor cresce no final, mas goleiro do Paraná brilha 
Sem modificações no intervalo, o Grêmio voltou para o jogo com o mesmo problema de antes. A falta de agressividade do time gaúcho parecia que tinha sido solucionada aos cinco minutos, quando Ramiro fez uma combinaçã com Maicosuel pela direita e cruzou para André dentro da área. O centroavante surgiu livre e só tocou de chapa para o fundo das redes. A comemoração, no entanto, nem chegou a ser feita porque o árbitro Rodrigo Batista marcou impedimento do camisa 90.
Por outro lado, o Paraná apresentou uma mudança sensível em sua postura. Depois de passar muito tempo aceitando o domínio do adversário, o time da casa passou a apresentar algumas tentativas de saídas rápidas para o ataque, reações de quem gostaria de arriscar mais dentro do jogo. A qualidade era o que faltava, já que Silvinho carregava o time nas costas, principalmente no que diz respeito às ações ofensivas.
Uma alteração no placar passava por uma intervenção de Renato Portaluppi. Aos 22 minutos, o técnico decidiu agir e fez logo duas mudanças de uma vez só. Cícero e Pepê entraram nas vagas de Jailson e Maicosuel. Enquanto o Grêmio tentava superar as próprias dificuldades, o Paraná passou a apreciar mais o jogo.
Silvinho ganhou mais espaço com as mudanças de peças gremistas e aos 30 minutos construiu o melhor lance dos donos das casa. Ele puxou o contra-ataque pelo lado esquerdo e lançou Caio Henrique. O meia-atacante fintou a marcação de Maicon e arriscou o chute de fora da área. A bola passou perto do travessão de Grohe.
Em uma medida já conhecida, o técnico Renato Portaluppi tirou o lateral Léo Moura para entrada do garoto Lima. Ramiro, dessa forma, passou a ser o lateral direito. A mudança surtiu efeito e foi ele quemn apareceu no flanco para criar o melhor lance do Grêmio na partida. Ele cruzou para André, o centroavante cabeceou e Thiago Rodrigues fez uma grande defesa.
Aos 41, um replay da jogada anterior. Ramiro fez o cruzamento da direita e Cícero entrou de peixinho. Ele cabeceou bem, mas a bola não fez a direção correta e saiu pela linha de fundo, para alívio do goleiro Thiago Rodrigues. O arqueiro ainda teve mais trabalho, quando Lima arriscou de fora da área aos 51 minutos e o jogador do Paraná fez uma boa intervenção. 
Brasileirão 2018 - 6ª Rodada
Paraná 0
T. Rodrigues; Junior, Neris, Cleber Reis e Mansur; Vilela (Léo Itaperuna), Jhonny Lucas, Torito e Caio Henrique (Alex Santana); Carlos e Silvinho.
Técnico: Rogério Micale
Grêmio 0
Marcelo Grohe; Leo Moura, Kannemann, Bressan e Cortez; Maicon, Jailson (Cícero), Ramiro e Luan; Maicosuel (Pepê) e André.
Técnico: Renato Portaluppi
Cartões Amarelos: Carlos (P); Pepê (G)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Local: Durival de Britto, Paraná

sexta-feira, 18 de maio de 2018

STF autoriza veicular programas com conteúdo religioso doutrinário.em rádios comunitárias

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (16) que uma rádio comunitária pode veicular programas com conteúdo doutrinário.
A lei 9.612/98, que instituiu o serviço de radiodifusão comunitária, diz que "é vedado o proselitismo de qualquer natureza na programação das emissoras de radiodifusão comunitária".
Agora, o STF declarou a norma inconstitucional.
Os magistrados julgaram uma ação que chegou à corte em 2001 para contestar um dispositivo de lei federal que veda "o proselitismo" (empenho para tentar converter uma pessoa a uma causa).
Em 2002, a corte negou um pedido para suspender o veto.
O mérito da ação foi examinado agora e, por 7 votos a 2, o Supremo derrubou o veto.
Os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e a presidente Cármen Lúcia entenderam que derrubar o veto equivaleria a respeitar o direito de expressão e de liberdade religiosa.
"No mundo das redes sociais, em que cada um pode se encontrar em seu nicho ideológico, o risco de proselitismo é muito pequeno. Confio na possibilidade de desligar o rádio ou mudar de estação se ela não atender à demanda que cada um tem em relação aos meios de comunicação", disse Luís Roberto Barroso.
Para Fachin, a norma padece de "ostensiva inconstitucionalidade". Segundo ele, o STF enfatiza o princípio da liberdade de expressão e, assim, é inadmissível que o Estado exerça controle prévio sobre o que é veiculado por meios de comunicação.
Para Ricardo Lewandowski, o termo "proselitismo" é vago e pode ir contra a liberdade de expressão garantida pela Constituição.
Relator do caso, Alexandre de Moraes entendeu que o dispositivo não faz censura prévia à liberdade de manifestação, mas combate o discurso autoritário.
"O proselitismo faz parte da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, mas não é isso que estamos discutindo aqui", disse Moraes.
Ele destacou que as rádios comunitárias não têm concorrência e, por isso, fica mais fácil estimular um ambiente de sectarismo.
Seu voto foi acompanhado pelo colega Luiz Fux.
O ministro Dias Toffoli não participou da sessão porque está no exterior. Gilmar Mendes não julgou o caso por estar impedido.
O parágrafo 1º, artigo 4º da Lei 9.612/1998, que instituiu o Serviço de Radiodifusão Comunitária, foi questionado em 2001 pelo extinto Partido Liberal (PL), que mais tarde deu origem ao Partido da República (PR). A legenda afirmou que, “no bom português”, proselitismo representa toda a atividade interessada em converter pessoas.
Assim, a autora classificou a lei como “ridícula”, pois impedia não só o proselitismo religioso, mas também o cientifico, o artístico ou mesmo “em qualquer outro tema ou vertente do conhecimento humano”.
A ação foi distribuída na época ao ministro Sydney Sanches (hoje aposentado) e passou por uma série de gabinetes desde então. O atual relator, ministro Alexandre de Moraes, ficou vencido ao considerar válida a regra.
Para ele, a vedação legal visa assegurar o respeito recíproco entre as diversas correntes de pensamento e evitar a veiculação, de forma autoritária, de ideias políticas, religiosas, filosóficas ou científicas sem que se permita a contestação.
Segundo o ministro, o Estado não pode autorizar o funcionamento de uma rádio comunitária interessada em manifestar uma ideia única. O objetivo dessas emissores, conforme Moraes, é difundir elementos de cultura, tradições e hábitos sociais de uma comunidade.
Para o ministro, a vedação ao proselitismo na verdade assegura a liberdade de expressão ao proibir a propagação enfática, sectária de uma determinada doutrina. Moraes ainda descartou censura prévia, pois a possibilidade de perda da concessão representa sanção decorrente de fiscalização posterior, após análise da prática contrária à lei. Ele foi acompanhado pelo ministro Luiz Fux.
Sem restrição
Já o ministro Edson Fachin, que proferiu o primeiro voto divergente, disse que a norma impugnada impede a livre manifestação do pensamento. Ele afirmou que a jurisprudência do STF tem enfatizado a primazia do princípio da liberdade de expressão, sendo inadmissível que o Estado exerça controle prévio sobre o que é veiculado por meios de comunicação.
Fachin salientou que o direito à liberdade de expressão compreende também a liberdade de buscar, defender, receber e difundir informações.
O ministro observou que a Constituição Federal (artigo 220), assegura expressamente que a liberdade de pensamento, criação, expressão e informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão restrição, desde que esse direito seja exercido sem incitação ao ódio e à discriminação. Segundo ele, eventuais excessos que necessitem de reparação devem ser analisados posteriormente.
A Garantia da voz
O decano, ministro Celso de Mello, disse que a própria lei assegura a qualquer cidadão da comunidade beneficiada a possibilidade de manifestar suas ideias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações na programação da rádio comunitária, devendo apenas encaminhar solicitação à direção.
Segundo ele, proibir o proselitismo “é bloquear a livre difusão de ideias, ainda que se cuide de ideia que possamos abominar, pois a liberdade de expressão não existe apenas para amparar as ideias com as quais concordamos, mas também para viabilizar e possibilitar o livre exercício, a livre circulação de pensamento que possa até mesmo contrariar essa corrente mainstream (majoritária) que se estabelece numa dada formação social”.
Também votaram pela inconstitucionalidade da norma os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Cármen Lúcia

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Abraço Brasil convoca a Caravana das Rádios Comunitárias para mobilização em Brasília Sobre os Projetos consernentes as Radios Comunitarias

A manifestação está marcada para os dias 12 e 13 de junho, com o objetivo de pressionar os senadores a votarem favoravelmente nos projetos de lei que beneficiam as rádios comunitárias.
OfícioCircular014.2018/ABRAÇOBrasil
Cuiabá, 14 de maio de 2018.
URGENTE, URGENTÍSSIMA!
Prezados(as) Companheiros(as),
Tendo em vista os vários projetos de lei de nosso interesse que tramitam no Senado Federal, estamos convocando todos os dirigentes das rádios comunitárias e das Abraços Estaduais para irmos à Brasília em Caravana das Rádios Comunitárias nos dias 12 e 13 de junho de 2018, para participarmos de uma grande mobilização com o objetivo de pressionar os senadores a votarem favoravelmente nos projetos de lei que beneficiam as rádios comunitárias.
Sabemos das dificuldades que a maioria de nós nos encontramos em relação às finanças só que devemos fazer um esforço para priorizarmos esta atividade e como resultado possamos conseguir sair vitoriosos do Senado Federal e o momento de mobilização é agora já que este ano é atípico considerando que na 2ª quinzena de junho teremos o início da Copa do Mundo de 2018 e na sequência entraremos no período da campanha eleitoral o que praticamente paralisa as atividades no congresso nacional.
Convém ressaltar os projetos de lei que tramitam no Senado Federal:
1 – Projeto de Lei no Senado de nº 410/17, que trata de alterar a Lei nº 9.610/98, de 19 de fevereiro de 1998, para dispensar da arrecadação de direitos autorais de músicas (ECAD) as rádios comunitárias. O relatório já foi apresentado pela Senadora Fátima Bezerra (PT-RN), bastando apenas a Senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) pautar a discussão e votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte;
2 – Projeto de Lei no Senado de nº 629/11, que trata de alterar os arts. 3º e 18 da Lei 8.313/91(Lei Rouanet), para incluir o apoio cultural ao Serviço de Radiodifusão Comunitária entre os projetos aptos a receber recursos incentivados. Este projeto já foi aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática e pela Comissão de Assuntos Econômicos e agora tramita em caráter TERMINATIVO na Comissão de Educação, Cultura e Esporte. O relator do projeto é o Senador Hélio José (PROS-DF);
3 – Projeto de Lei no Senado de nº 513/17, que altera a Lei 9.612/98, que institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária para alterar o limite de potência (300 watts) de transmissão e 3 canais por municípios. Este projeto foi aprovado por unanimidade na Comissão de Ciência e Tecnologia só que foi interposto recurso por 13 senadores e agora será debatido e votado no plenário do Senado Federal;
4 – Projeto de Lei no Senado de nº 556/07, que trata sobre a concessão de financiamento às entidades operadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária que migrarem para sistema digital;
5 – Projeto de Lei no Senado de nº 55/16, para permitir o custeio da operação de rádios comunitárias através da venda de publicidade e propaganda comercial. Este projeto é do Senador Donizeti Nogueira (PT-TO) e teve o relatório favorável apresentado pelo Senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Este projeto é importante para nós e está sendo debatido na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ.
Desta forma, é importante a participação de todos os dirigentes das rádios comunitárias espalhadas pelo país. Temos que fazer uma grande caravana representativa (dirigentes de todos os estados) para que possamos demonstrar que estamos unidos e imbuídos no mesmo proposito que é a mudança da legislação de radiodifusão comunitária e conquistar avanços para as rádios comunitárias.
Certos de que iremos nos encontrar em Brasília nos dias 12 e 13 de junho de 2018, despedimos desejando as nossas cordiais saudações.
Atenciosamente,
Geremias dos Santos
Coordenador Executivo da ABRAÇO Brasil

Grêmio leva susto, mas vence o Monagas e avança na Libertadores Tricolor sofreu empate aos 46 e buscou o 2 a 1 aos 51 numa cobrança de pênalti

O Grêmio não teve toda aquela inspiração, mas sim qualidade e perseverança para buscar espaços até vencer o Monagas, nesta terça-feira na Venezuela. O Tricolor levou um susto no final com empate em 1 a 1 do Monagas, numa falha de Kannemann e foi buscar o 2 a 1 num pênalti sofrido por Cícero e convertido pelo volante Jailson, nos instantes finais do jogo. O resultado garantiu a classificação para o mata-mata da Libertadores.
Com a vitória, os gremistas vão a 11 pontos e reassumem a ponta do Grupo 1. Na última rodada, vão decidir contra o Defensor a liderança da chave, enquanto o Cerro enfrenta o Monagas. As partidas estão marcadas para quarta-feira, dia 23. Antes disso, o Grêmio encara o Paraná, no domingo, pelo Campeonato Brasileiro.
O Tricolor controla, mas não acha o gol
O domínio tricolor foi quase completo, na primeira etapa. Mesmo com dificuldade de tocar a bola, com um gramado ruim, os comandados de Renato Portaluppi tomaram a iniciativa do jogo e ficaram perto de abrir o placar. Um susto, no fim da etapa, parou em mais uma grande defesa do guardião da meta Marcelo Grohe.
Logo aos seis minutos, Alisson perdeu grande oportunidade. Cortez evitou a saída de bola na linha de fundo e cruzou com qualidade no segundo pau. O atacante chegou de primeira, com o goleiro já batido, mas pegou de canela e isolou. O Monagas respondeu numa bola longa, que Javi Garcia desviou de cabeça, direto para fora.
Antes dos 10 minutos, Alisson sentiu uma lesão muscular e teve que ser retirado de maca para a entrada de Maicosuel. O atacante entrou ligado no jogo e quase anotou aos 12. Ele fez uma tabela com Thonny Anderson e chutou forte, tentando o ângulo esquerdo. Caprichosamente explodiu na defesa. A combinação da dupla quase gerou o gol aos 25. Maicosuel lançou Thonny de cara para a meta e o garoto bateu firme. Só que a bola desviou no gramado ruim e saiu à direita do poste.
O Tricolor ainda teve um golaço sonegado aos 31 minutos. Ramiro tinha sido derrubado rente à área, pela direita. Cícero foi para a cobrança e bateu com muita qualidade. A bola desenhou um arco perfeito, mas carimbou a trave direita. Os venezuelanos só conseguiram responder aos 44, num contragolpe. Na base do abafa, a bola foi batendo em diversos jogadores e sobrou para Romero. Da marca penal, ele encheu o pé, buscando o canto esquerdo, mas Marcelo Grohe voou certeiro e fez a defesaça, mantendo o zero no placar antes do intervalo.
Teve A Pressão até vencer
A segunda etapa começou no mesmo ritmo da primeira. Grêmio inteiro no campo do Monagas, que se defendeu do jeito que podia contra as constantes investidas na busca do gol gremista. No primeiro minuto, Cortez foi lançado por Ramiro, driblou um zagueiro e bateu forte para a área. Trejo pegou de rosca na bola e quase fez gol contra. Três minutos depois, o lateral recebeu na área de Maicosuel e caiu pedindo pênalti, a arbitragem mandou seguir.
A pressão tricolor aumentou e Baroja teve que começar a trabalhar a valer. Aos 12, Ramiro levantou no capricho para a área e Geromel completou de cabeça para o gol, o goleirão voou certeio no canto direito para catar firme. No lance seguinte, Cícero recebeu na entrada da área. De costas, ele dominou levantando a bola e finalizou de voleio, mas Baroja fez mais uma boa defesa. O meio-campista voltou a testar o arqueiro venezuelano aos 19, com um chute forte do meio da rua, que pegou efeito e não entrou por conta de nova intervenção.
Aí, o Grêmio tentou até marcar. Aos 23, Ramiro carimbou sua faixa de destaque do jogo. Recebeu na intermediária e bateu cruzado. A bola passou rasteira por dois marcadores e Baroja saltou atrasado, vendo passar sob seu corpo e morrer o 1 a 0 no fundo das redes.
O Monagas foi para o tudo ou nada e, aos 35, obrigou Marcelo Grohe a fazer um daqueles milagres que valem um gol. Cádiz foi lançado na área e chutou a dois passos do gol. Parecia que não tinha jeito, mas num milésimo de segundo, Grohe voou no canto certo e espalmou para manter a vitória gremista.
Aos 46, um acidente de percurso quase botou tudo a perder. Kannemann tentou afastar um cruzamento rasteiro e chutou contra o próprio gol. A bola ainda atingiu o travessão e o poste esquerdo antes de entrar para o 1 a 1. Só que o Grêmio foi para cima com tudo e, aos 48 conseguiu o que precisava. Cícero foi lançado na área, dominou no peito e levou um coice do zagueiro. Pênalti bem marcado. A escolha de Jailson surpreendeu na batida, mas o volante chutou com imensa qualidade. Guardou um chute fortíssimo, rente ao poste esquerdo e correu para o abraço com o 2 a 1. Que venham as oitavas de final.
Libertadores 2018 - Grupo 1
Monagas 1
Alain Baroja; Ismael Romero, Lucas Trejo, Roberto Chacón (Palácios) e Óscar González; Javier García, Agnel Flores e Carlos Suárez; Luis González, Jhonder Cádiz e Christian Flores (Reyes). Técnico: Jhonny Ferreira.
Grêmio 2
Marcelo Grohe; Madson (Lima), Pedro Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Jailson, Ramiro, Cícero e Alisson (Maicosuel); Thonny Anderson (Thaciano). Técnico: Renato Gaúcho.
Gols: Ramiro (23min/2ºT) e Jailson (51min/2ºT), para o Grêmio; Kannemann (46min/2ºT, contra), para o Monagas.
Cartões amarelos: Madson, Javier García, Óscar González, Christian Flores.
Árbitro: Fernando Rapallini (Fifa/Argentina).
Local: estádio Monumental, em Maturín (Venezuela).

sábado, 12 de maio de 2018

Inter segura pressão do Grêmio e consegue empate em 0 a 0 Tricolor teve mais chances e reclama de pênaltis não marcados na Arena Tricolor

O Grêmio mandou na bola, teve chances e reclamou de pênaltis sonegados, mas foi o Inter que saiu contente com um 0 a 0 batalhado, neste sábado na Arena, em confronto válido pela 5ª rodada do Brasileirão. O Tricolor manteve seu estilo de passes envolventes, enquanto o Colorado fustigou nos contra-ataques ocasionalmente. No fim, um ponto para cada lado, com mais satisfação da metade vermelha do Rio Grande do Sul.
Com o resultado, o Grêmio chega a oito pontos na vice-liderança, mas deve cair na tabela com o seguimento da rodada. O Inter, por sua vez, ocupa o 13º lugar, com cinco pontos, colocação igualmente ameaçada pelo restante da rodada. Agora, os gremistas pensam em Libertadores contra o Monagás, dia 15; enquanto o Inter volta a campo no dia 21 contra a Chapecoense, pelo Brasileirão.
O Grêmio retém a bola desde o início
O Inter iniciou a partida adiantando linhas e obrigando o Tricolor a sair com bolas longas, mas a iniciativa durou pouco e, logo, o Grêmio já comandava a posse de bola. Ainda assim, produziu pouco ofensivamente e as chances foram limitadas dos dois lados. Aos três minutos, Leandro Damião tentou um chute consagrador em clássicos, porém encobriu a meta de Marcelo Grohe. Com um pouco mais de mira, o objetivo seria o ângulo direito. O Grêmio respondeu e, aos 13, não moveu o placar por um passo a mais de Madson. O lateral foi lançado por Luan nas costas da zaga, se esticou, mas não conseguiu empurrar para a meta.
Perigoso nos contragolpes, o Inter quase levantou sua torcida aos 15 minutos. Damião foi lançado por Rodrigo Moledo e chutou cruzado da quina direita da área. Marcelo Grohe fez defesa segura. Já passando da metade da etapa, o garoto Éverton deu o ar da graça, mas sem sentir o sabor do gol. Aos 25, Éverton recebeu na área pela esquerda, driblou Moledo e tentou o chute no ângulo, mas a bola subiu demais. Depois, experimentou da meia-lua e arriscou o chute forte, mas mandou longe do poste esquerdo.
A melhor chance da etapa, porém, foi aos 37 minutos. Luan leavantou escanteio no meio da área e Geromel subiu soberano de cabeça. A bola caprichosamente roçou o travessão no canto direito. Ficou tudo igual antes do intervalo.
O Inter segurou o empate
Se o Grêmio terminou fustigando, iniciou perdendo o gol mais feito da partida, no primeiro minuto da etapa final. Luan foi lançado na esquerda e cruzou na pequena área. Danilo Fernandes ficou batido no contrapé, mas André bateu embaixo da bola e isolou por cima uma oportunidade claríssima.
Os gremistas voltaram a ter chance aos sete minutos, depois que Kannemann foi derrubado em grande arrancada para contra-ataque. Luan cobrou colocado, com muito efeito, mas desviou também do poste direito. Na resposta colorada, Rossi perdeu a que seria sua última chance do jogo. Iago puxou contra-ataque na esquerda e centralizou para Rossi. De costas, ele conseguiu girar na meia-lua e fazer o chute cruzado. Grohe não alcançou, mas a bola saiu ao lado da meta. Em seguida, o atacante foi substituído por Juan Alano.
O jogo esfriou por vários minutos, em termos ofensivos, enquanto aquecia em encontrões e reclamações com o árbitro. Aos 30, Alisson escapou no corredor direito e tentou surpreendeu Danilo Fernandes. Bateu com efeito de muito longe, encobriu o goleiro, mas também tocou para fora.
A partida ganhou polêmica aos 31 minutos. Madson tentou cruzar na área e a bola bateu no braço de Victor Cuesta. O árbitro aguardou o auxiliar e, como não houve manifestação, os donos da casa alegaram que tiveram um pênalti sonegado. Na sequência, André saiu para a entrada de Thonny Anderson.
Madson desperdiçou mais uma enorme oportunidade aos 35. Madson desviou de cabeça para boa defesa de Danilo. Sobrou para Geromel sem goleiro, mas o zagueiro furou e permitiu à zaga despachar. No lance seguinte, o Tricolor tocou de pé em pé até chegar em Luan. O atacante tentou o chuto no ângulo esquerdo, mas passou acordando as corujas em tiro de meta.
A essas alturas, o Colorado fazia o possível para segurar o 0 a 0, enquanto Renato lançou Lima e Cícero nos lugares de Éverton e Arthur, em busca de alternativas para vencer. Já nos acréscimos, Luan foi lançado por Cícero na cara do gol, não conseguiu o chute e desabou pedindo pênalti. Este não foi, ficou na reclamação.
Brasileirão 2018 - 5ª Rodada
Grêmio 0
Grohe; Madson, Kannemann, Geromel, Bruno Cortez; Maicon, Arthur (Cícero), Alisson, Luan; Everton e André (Thonny Anderson). Técnico: Renato Portaluppi
Inter 0
Danilo; Fabiano, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta, Iago; Rodrigo Dourado, Zeca (Gabriel Dias), Patrick e Rossi (Juan Alano); Lucca e Leandro Damião (Brenner). Técnico: Odair Hellmann
Cartões Amarelos: Patrick (I); André (G); Lucca (I); Damião (I); Kannemann (G); Maicon (G);
Árbitro: Wilton Sampaio
Local: Arena
Público: 51.870 torcedores.